SONETO DA PEDRA
Som triste dos ventos do norte...
O amor ajoelha-se no deserto...
Nas areias as lágrimas do abandono...
E a única flor é oculta no coração.
Troveja a dor dos que perecem no escuro.
Onde estão, as eras da esperança?
Dentre as almas a rosa vive...
A primavera cantiga nos céus:
Pedra dos caminhos absortos
Envolto aos bálsamos de desalinhos,
Da esperança e da morte...
Resplandeça em melodias de conforto
A serenidade do Deus absoluto!
Débora Neves & Poeta Dolandmay
1970
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O ano era 1970.
1970 era o telefone dele.
Minha pasta do colégio era decorada com fotos em preto e branco.
Puro charme dos meus jogadores mais amados: ...
Há 3 dias

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